Ela destacou o compromisso da chapa com as pautas defendidas pelo movimento sindical e citou a discussão sobre a jornada de trabalho, incluindo o debate em torno do fim da escala 6×1
A Jornada Estadual de Organização Sindical e Democracia, promovida pela Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Estado de Santa Catarina (FETIESC), reuniu na última quarta-feira (12), em Itapema, lideranças sindicais, trabalhadores e representantes do campo democrático para debater os desafios políticos e sociais colocados para Santa Catarina e para o Brasil.
Entre os participantes esteve Ângela Albino (PDT), candidata a vice-governadora de Santa Catarina na chapa majoritária encabeçada por Gelson Merísio (PSB). Durante sua participação, Ângela ressaltou a importância da organização dos trabalhadores, da participação das mulheres na política e do compromisso com o enfrentamento da fome, da miséria e das desigualdades.
Em sua fala, Ângela destacou o compromisso da chapa com as pautas defendidas pelo movimento sindical e citou a discussão sobre a jornada de trabalho, incluindo o debate em torno do fim da escala 6×1.
Segundo ela, a aproximação com Gelson Merísio representa uma articulação política que, em sua avaliação, pode contribuir para a construção de um projeto voltado à redução das desigualdades.
“Nós temos absoluto compromisso com a classe trabalhadora. Merísio é um aliado estratégico de grande relevância. Ele compreendeu que foi Lula quem colocou esse Brasil nos trilhos certos”, afirmou.
Ângela também destacou a mudança de posicionamento de Merísio e sua aproximação com o campo político liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Merísio é um aliado tão valioso porque conheceu o outro lado da história. Quando conheceu Lula, compreendeu o tamanho da tarefa que tem em ajudar a construir um Brasil mais justo e mais fraterno. Quando Merísio vem para o nosso lado é porque estamos do lado correto da história”, declarou.
Participação das mulheres na política
Outro ponto central da manifestação foi a necessidade de ampliar a presença feminina nos espaços de decisão. Ângela observou que tanto a política quanto o movimento sindical ainda enfrentam dificuldades para garantir participação efetiva das mulheres.
Durante a Jornada, Ângela também chamou a atenção para a importância da mobilização eleitoral e da construção de uma representação política alinhada às pautas defendidas pelo campo democrático e pelo movimento dos trabalhadores.
Ela defendeu a articulação entre os votos para os diferentes cargos em disputa nas eleições de outubro, destacando a importância da composição do Congresso Nacional e da Assembleia Legislativa para a sustentação política de projetos de governo.






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